Estimulador Medular e de Nervo Periférico em São Paulo

Dor crônica mesmo após cirurgia ou tratamentos? Conheça as opções de neuromodulação com o Dr. Márcio Pina, neurocirurgião com especialização em dor.


Atendo pacientes que convivem com dor há meses ou anos, que já operaram a coluna e continuam com dor, ou que já passaram por remédios, fisioterapia e bloqueios sem a melhora esperada. Na consulta, avalio cada caso com calma e explico se a neuromodulação, ou outra etapa do tratamento da dor, faz sentido para você.

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Estimulador Medular e de Nervo Periférico em São Paulo

Dor crônica mesmo após cirurgia ou tratamentos? Conheça as opções de neuromodulação com o Dr. Márcio Pina, neurocirurgião com especialização em dor.


Atendo pacientes que convivem com dor há meses ou anos, que já operaram a coluna e continuam com dor, ou que já passaram por remédios, fisioterapia e bloqueios sem a melhora esperada. Na consulta, avalio cada caso com calma e explico se a neuromodulação, ou outra etapa do tratamento da dor, faz sentido para você.

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Neurocirurgião com Título de Especialista (AMB/SBN) e membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia

Especialização em nervos periféricos e tratamento interdisciplinar da dor pela FMUSP

Mais de 15 anos de experiência

CRM-SP 186213 | RQE 153125

Você se identifica com alguma dessas situações?

  • Já operou a coluna e continua com dor nas costas ou nas pernas
  • Convive com dor ciática ou dor que "desce" para a perna há meses ou anos
  • Já usou vários remédios, fez fisioterapia, infiltrações ou bloqueios, e a dor voltou
  • Tem dor em queimação, choque ou formigamento que não melhora com analgésicos comuns
  • Sente que a dor limita o sono, o trabalho e a rotina com a família
  • Já passou por diversos médicos e ainda não encontrou um plano de tratamento claro


Se a resposta for sim, vale conversar sobre as opções de tratamento intervencionista da dor, entre elas a neuromodulação.

O que é neuromodulação

Neuromodulação é um tratamento que usa pequenos impulsos elétricos para modificar a forma como o sinal de dor chega ao cérebro. Um eletrodo fino é posicionado próximo à medula espinhal ou a um nervo específico e ligado a um gerador de pequeno porte.


O objetivo é reduzir a intensidade da dor e melhorar a funcionalidade no dia a dia. Ela não trata a causa da dor, mas pode ser uma alternativa para quem não teve a melhora esperada com outros tratamentos.


Estimulador medular

Eletrodos finos são posicionados no espaço epidural, logo atrás da medula, e ligados a um gerador semelhante a um marca-passo, implantado sob a pele. Indicado principalmente para dor crônica na coluna e nas pernas, inclusive após cirurgia.


Estimulador de nervo periférico

O eletrodo é posicionado ao lado de um nervo específico, com agulha guiada por ultrassom. É um procedimento menos invasivo, indicado para dores localizadas no território de um nervo, como nuca, joelho, ombro ou perna.


Um diferencial importante da neuromodulação é que, na maioria dos casos, o tratamento começa com uma fase de teste. Durante alguns dias, o paciente usa o estímulo com um gerador externo e avalia, na rotina real, se há melhora da dor.


O implante definitivo só é considerado quando o teste mostra uma resposta adequada.

Para quem a neuromodulação pode ser indicada

A indicação depende sempre de avaliação médica individual. Entre as condições mais comuns estão:

Estimulador Medular Estimulador de Nervo Periférico
Dor persistente após cirurgia de coluna (síndrome da coluna operada) Neuralgia occipital e dor de cabeça crônica que não respondeu a outros tratamentos
Dor ciática crônica (radiculopatia) que não melhorou com outros tratamentos Dor após lesão ou trauma de nervo
Síndrome Complexa de Dor Regional (SCDR) Dor crônica no joelho ou no ombro sem indicação cirúrgica
Neuropatia diabética dolorosa Neuralgia pós-herpética
Dor de membro fantasma e dor isquêmica refratária Dor pós-amputação e dor no território de um nervo específico

Cada paciente no degrau certo do tratamento

A neuromodulação não é o primeiro passo. O tratamento da dor crônica segue uma sequência, do mais simples ao mais complexo, e cada etapa é indicada conforme a resposta do paciente. No consultório, ofereço todas essas etapas, o que permite escolher a opção adequada para cada momento, sem pular fases e sem atrasar quando já é hora de avançar.


1. Tratamento clínico.

Medicamentos, orientação e acompanhamento.


2. Terapias não invasivas.

Ondas de choque, laser de alta intensidade e campo magnético de alta intensidade (SIS).


3. Infiltrações e bloqueios.

Procedimentos guiados por ultrassom ou imagem, direcionados ao local da dor.


4. Radiofrequência.

Técnica que atua sobre os nervos responsáveis pelo sinal de dor.


5. Neuromodulação.

Estimulador medular ou de nervo periférico, para casos selecionados que não responderam bem às etapas anteriores.


6. Cirurgia.

Indicada em situações específicas, como compressões que precisam ser tratadas diretamente.


Muitos pacientes que chegam pensando em neuromodulação descobrem, na avaliação, que ainda há outras opções antes do implante. E quem já percorreu esse caminho encontra aqui a continuidade do tratamento.

Sobre o Dr. Márcio Pina


Sou neurocirurgião formado pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, com especialização em nervos periféricos e em tratamento interdisciplinar da dor pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Tenho Título de Especialista em Neurocirurgia (AMB/SBN) e sou membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.


Ao longo de mais de 15 anos, integrei equipes de neurocirurgia no Rio de Janeiro e em São Paulo, com experiência em casos de coluna, crânio e nervos periféricos. Hoje dedico boa parte da minha prática ao paciente com dor crônica, aquele que muitas vezes já tentou de tudo e está cansado de não ter respostas.


Acredito em um tratamento construído passo a passo: entender a origem da dor, explicar as opções com clareza e indicar cada procedimento no momento certo. A neuromodulação faz parte dessa linha de cuidado, junto com bloqueios, radiofrequência e terapias não invasivas.

Formação

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Neurocirurgia: Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro

Especialização em nervos periféricos e dor: FMUSP

Residência em Neurologia: HCFMUSP

Título de Especialista AMB/SBN · Membro titular da SBN

Atuação nos hospitais Sírio-Libanês, Einstein, Vila Nova Star, São Luiz, 9 de Julho, Oswaldo Cruz, Santa Catarina e Paulistano

Como funciona o atendimento

Como agendar sua consulta

1. Chame no WhatsApp

Conte brevemente há quanto tempo tem dor, onde ela aparece e quais tratamentos já fez.

2. Avaliação no consultório

Faço uma consulta detalhada, revejo exames e cirurgias anteriores e examino o padrão da dor. Traga todos os exames e laudos que tiver.

3. Plano de tratamento

Explico qual etapa faz sentido para o seu caso. Se a neuromodulação for indicada, podem ser solicitados exames complementares e uma avaliação multidisciplinar antes do procedimento.

4. Fase de teste

Quando indicada, o eletrodo é posicionado e ligado a um gerador externo por alguns dias, para avaliar a resposta na sua rotina.

5. Implante e acompanhamento

Com resposta adequada no teste, o implante definitivo é programado em ambiente hospitalar. Depois, acompanho os ajustes de intensidade e a evolução em consultas de retorno.

Depoimentos

O que os pacientes dizem

"Procurei o Dr. pois sentia fortes dores na lombar (...). Não me indicou cirurgia logo de cara e seguiu com estratégias diferenciadas."

(J., via Doctoralia)

"Além de ser muito atencioso é humano e competente. Depois de procurar outros profissionais da área de neurocirurgia (...). Super indico seu atendimento." 

(B., via Doctoralia)

"Teve paciência de tirar todas as dúvidas (e repetir algumas vezes!) para que ela se sentisse segura com o tratamento."

(R., via Doctoralia)

Perguntas Frequentes

  • Neuromodulação é cirurgia?

    O estimulador medular é implantado em ambiente hospitalar, em um procedimento minimamente invasivo, com pequenas incisões. O estimulador de nervo periférico costuma ser ainda menos invasivo, com o eletrodo posicionado por agulha guiada por ultrassom. Os detalhes são explicados na consulta, conforme o seu caso.


  • O estimulador acaba com a dor?

    O objetivo é reduzir a intensidade da dor e melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade. A resposta varia de paciente para paciente, e por isso a fase de teste é tão importante: ela permite avaliar o benefício antes do implante definitivo.


  • O aparelho pode ser desligado ou retirado?

    Sim. O paciente controla a intensidade pelo controle remoto ou aplicativo, e o sistema pode ser desligado ou removido se necessário.


  • Posso fazer ressonância magnética com o estimulador?

    Muitos sistemas atuais permitem ressonância em condições específicas. Isso depende do modelo do dispositivo e é avaliado individualmente.


  • A consulta é pelo convênio ou particular?

    Atendo pelo convênio Care Plus e também em consulta particular. Entre em contato pelo WhatsApp para verificar as condições do seu plano.


  • Preciso levar exames na primeira consulta?

    Sim, se tiver. Ressonâncias, tomografias, laudos de cirurgias anteriores e a lista de tratamentos que já fez ajudam muito na avaliação.


Agende sua avaliação

Convive com dor há muito tempo? Vamos conversar sobre as opções.

Avaliação especializada em dor crônica com neurocirurgião, para entender o seu caso e definir o próximo passo do tratamento com clareza.

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Endereço:

Rua Bento de Andrade, 146, Jardim Paulista, São Paulo - SP, CEP 04503-000

Rua Bento de Andrade, Nº 146 Jardim Paulista | São Paulo - SP
CEP: 04503-000

Telefone: 11 94395-5756


Resposável Técnico: Marcio Bruno Pina dos Santos Lima | CRM-SP: 186213 | RQE: 153125